O projeto “Floresta Em Pé” reúne vários parceiros brasileiros e franceses ligados a nível contratual. O banco do FFEM, a Agência Francesa para o Desenvolvimento (AFD), assinou um convênio guarda-chuva com a Fundação de Tecnologia Florestal e de Geoprocessamento (Funtec), que gerencia os recursos do projeto por conta do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA). Os parceiros técnicos do projeto (CIRAD, EMBRAPA, GRET, IEB e ONFI) possuem convênios técnicos com o IBAMA e financeiros com a Funtec.
Além dessas parcerias contratuais, o projeto colabora com entidades ligadas à área do projeto como o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).
FFEM – http://www.ffem.fr
O FFEM é um fundo público bilateral criado em 1994 pelo Governo francês após a Conferência do Rio. Tem como objetivo a proteção do Meio Ambiente mundial nos países emergentes e em desenvolvimento. O FFEM promove, através de projetos de desenvolvimento sustentável, a preservação e o equilíbrio de nosso planeta, atuando às seguintes áreas:
- Biodiversidade;
- Mudanças climáticas;
- Águas internacionais;
- Degradação das terras;
- Poluentes orgânicos persistentes;
- Camada de Ozônio.
IBAMA –
http://www.ibama.gov.br
FUNTEC –
http://www.funtecg.org.br
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) é o órgão responsável pelo controle da gestão dos recursos naturais no âmbito federal. No projeto, o IBAMA assume a coordenação geral em Brasília e local em Santarém. A gestão administrativa e financeira está sendo delegada a uma fundação afiliada ao IBAMA, a Fundação de Tecnologia e de Geoprocessamento (FUNTEC).
CIRAD –
http://www.cirad.org.br /
http://www.cirad.fr
O “Centre de Cooperation Internationale de Recherche Agronomique pour le Développement” (CIRAD) trabalha no Brasil há tempos. Desenvolve trabalhos de pesquisa em silvicultura tropical junto à Embrapa, no centro de Belém. No projeto, o CIRAD disponibiliza suas competências nas áreas de silvicultura tropical e de economia do desenvolvimento rural. Ele assume também um papel de coordenação do pólo de pesquisadores de Belém (EMBRAPA+CIRAD).
EMBRAPA –
http://www.embrapa.br
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) é o maior órgão de pesquisa em agropecuária e floresta no Brasil. O projeto trabalha com o centro de Belém, que agrupa as pesquisas da Embrapa para a Amazônia Oriental. No projeto, a Embrapa traz suas competências técnicas na elaboração dos planos de manejo e na capacitação as técnicas de exploração de baixo impacto.
GRET –
http://www.gret.org
O « Groupe de Recherche et d’Echanges Technologiques » (GRET) conduz trabalhos de pesquisa em economia rural há mais de 10 anos na Amazônia e especificamente no Pará. Os trabalhos focam-se nas dinâmicas de manejo dos territórios rurais. O GRET tem uma antena em Santarém/Belém e assim poderá acompanhar de perto as ações do projeto, trazendo suas competências de negociador para reforçar os vínculos entre comunidades e empresas.
IEB –
http://www.iieb.org.br
O Instituto Internacional da Educação Brasileira (IIEB) é uma Organização não Governamental que trabalha na área da gestão comunitária dos recursos naturais na Amazônia há mais de 10 anos. Ele assume notadamente a secretaria do Grupo de Trabalho sobre o Manejo Florestal Comunitário na Amazônia (GTMFC), que reúne os principais atores que trabalham neste assunto. No projeto, o IIEB preocupa-se da organização das comunidades e da capacitação as práticas de manejo florestal.
ONFI –
http://www.onfinternational.org
ONF International é uma filial internacional da ONF, órgão público gerenciador das florestas públicas francesas, ou seja, 4,5 milhões de ha de florestas temperadas e 8 millhões de ha de florestas tropicais na Guiana francesa. A ONFI atua na área do manejo dos espaços naturais, sobretudo na América do Sul, na África Central, no Maghreb e na Ásia Central. No Brasil, ele desenvolve projetos de reflorestamentos para fixação de carbono e de manejo de florestas nativas. No projeto, ONFI coordena a assistência técnica francesa e também joga um papel de supervisão pelo FFEM.