Detalhes do projeto Floresta em Pé
Fortalecimento das capacidades de organização e de decisão
As comunidades carecem de conhecimentos sobre o manejo florestal e de organização em termos de representatividade nas discussões com os madeireiros. Isto causa, muitas vezes, parcerias desequilibradas com benefícios concentrados nos madeireiros, que dominam o processo de manejo, notadamente nas áreas administrativa, técnica e financeira. Através de ações de capacitação e de sensibilização, o projeto visa dar mais autonomia às comunidades nas escolhas de gestão.
Dentre as ações engajadas, podemos citar o apoio administrativo para a venda da madeira da COOMFLONA e a sensibilização das associações dos assentamentos MOJU ao manejo florestal.
Acesso ao mercado, investimento inicial e processo de contratualização
Para melhorar as receitas da exploração florestal, o projeto analisa com as comunidades proprietárias da floresta, a possibilidade de valorizar produtos florestais não madeireiros (exemplo: sementes de andiroba para a produção de óleos essências para uso em cosméticos) e resíduos florestais para a indústria moveleira e outros fins.
O projeto promove os contatos entre as comunidades detentoras de florestas que podem ser viavelmente exploradas, com as empresas potencialmente interessadas pelos produtos que poderão ser explorados. Se as análises forem positivas, o projeto dispõe de parte dos recursos para incentivar o processo de produção (exemplo: prensa a óleo e serraria portátil). Enfim, o projeto realiza uma ampla revisão dos contratos entre comunidades e empresas para definir um modelo contratual equilibrado.








